Considerada como um dos cartões postais mais simbólicos de São Paulo, a Avenida Paulista é cenário de contradições entre cumprimento e descumprimento das leis brasileiras.
Em meio aos seus suntuosos edifícios e centenas de transeutes, é possível observar grupos de pessoas que se reúnem nos estabelecimentos da grande avenida em busca de descontração. Não raro, o divertimento vem acompanhado de bebidas alcoólicas, cigarros e muita conversa, e alguns destes itens além de serem perigosos, não agradam muito aos que vivem nos arredores.
Moradores dos edifícios localizados na Avenida Paulista sentem-se incomodados com o ruídos ocasionados pelo público frequentador dos bares. Além disso, a sujeira deixada nos canteiros, mostram que a preservação do espaço não parece ser a preocupação de alguns destes frequentadores, assim como não parece preocupá-los a perigosa combinação entre bebida e direção.
Ainda que haja fiscalização, a lei seca nem sempre é respeitada pela maioria e o resultado desta conduta é a ocorrência de acidentes que podem ser fatais.
Os bares, em contrapartida, parecem dar mais importância as leis do país. Para atender a lei anti-fumo muitos estabelecimentos fixaram cinzeiros nos ambientes externos para que a fumaça do cigarro não seja inalada pelos não fumantes. Dessa forma, ambos os públicos, fumantes e não fumantes, podem se descontrair nas noites da grande avenida.
Como palco de boas e más práticas, a Avenida Paulista continua sendo parte importante do retrato de São Paulo.
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